Vítor de Sousa é doutorado em Ciências da Comunicação (Teoria da Cultura), pela Universidade do Minho, com a tese “Da ‘portugalidade’ à lusofonia”, tendo obtido a classificação máxima do júi (Muito Bom, aprovado por unanimidade), é mestre (Ciências da Comunicação/especialização em Educação para os Média, com a tese “A Educação para os Média na formação inicial de professores”), tendo obtido 17 valores, e licenciado em Ciências da Comunicação (especialização em Informação e Jornalismo), com a classificação de 16 valores. Entre os seus interesses de investigação constam questões em torno da identidade nacional, memória, estudos culturais, educação para os média e teorias de Jornalismo. Tem artigos publicados nos EUA, Equador, Espanha, Colômbia, Brasil e Portugal, 11 dos quais indexados na Scopus e sete na Web of Science (WoS). Até ao momento, participou em cerca de 90 conferências, congressos, workshops, seminários e talks, com comunicação, na sua maioria admitido através de peer review.

É investigador do CECS-Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (Universidade do Minho), onde coordenou o Grupo de Estudos Culturais (2021-2022) e é co-coordenador do Seminário Permanente de Estudos Pós-coloniais, enntretanto fundido com o Seminário Permanente de Comunicaçao intercultural, passando a designar-se assim. É formador de professores de História, Português e Geografia do Ensino Secundário, no âmbito de um projeto que co-coordena, intitulado “As narrativas da História e a pós-colonialidade. Mitos, conceitos e problemáticas”, tratando assuntos como a Memória e Reparações históricas. Integra o Projeto CulturesPast&Present – “Memories, cultures and identities: how the past weights on the present-day intercultural relations in Mozambique and Portugal?” (CECS/FCT/Aga Khan) e o Museu Virtual da Lusofonia.

É sócio da Sopcom-Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação, onde coordena o GT de Comunicação Intercultural (2022-2023), da ECREA-European Communication Research and Education Association, da MLA-Modern Language Association of America, da AILP-CSH – Associação Internacional de Ciências Sociais e Humanas em Língua Portuguesa e da da ANICT-Associaçao Nacional de Investigadores em Ciência e Tecnologia.

Venceu, em 2016, o Prémio Científico Mário Quartim Graça, que distinguiu a melhor tese concluída nos últimos três anos na área das Ciências Sociais e Humanas, em Portugal e na América Latina.

Foi jornalista (1986-1997) e assessor de Imprensa (1997-2005). Desde 2019 que é investigador contratado pelo CECS, tendo sido admitido através de concurso público internacional.